sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Reportagem na Revista Indústria em Ação da FIERGS

A fundadora da CoutureLab, Marilene Veiga, foi uma das entrevistadas para a reportagem "A Reação da Moda", veiculada na edição nº 96 da revista Indústria em Ação, publicada pela Unidade de Comunicação do Sistema FIERGS.

A reportagem trata sobre o Projeto Procompi, criado para estimular a competitividade da indústria têxtil nacional através da inovação de produtos e processos. A CoutureLab foi escolhida para participar deste projeto, que vem trazendo inúmeros benefícios à nossa escola.

Reproduzimos abaixo o trecho da reportagem na qual Marilene Veiga comenta sobre o estado atual da indústria gaúcha, e sobre o contra-ataque ao concorrente asiático.

"A empreendedora Marilene Veiga, diretora da CoutureLab Escola de Moda, também de Porto Alegre, concorda que o momento do setor de vestuário no Rio Grande do Sul é de novas perspectivas. 'Meu negócio é uma escola e nem por isso eu me posiciono como uma concorrente do Senai. Pelo contrário. Em parceria e troca de informações com professores, por exemplo, temos bons resultados em relação à promoção de melhorias para a cadeia produtiva gaúcha. Converso com os alunos na escola e vejo que a realidade demanda mais do que o lado glamour da moda. Conhecer os processos de produção e sempre melhorá-los traz resultado concreto para a indústria, tanto em diminuição de custos, quanto em produtividade', relata.

Integrante do projeto Procompi, Marilene é uma das entusiastas ao contínuo trabalho de união que se conseguiu até agora. 'Só assim sobreviveremos ao concorrente asiático, que não cumpre normas trabalhistas e que consegue custos absurdamente baixos de produção. Tenho visto que, na França, assim como na Itália, as indústrias da Ásia estão tomando conta das ruas e dos shoppings. Ainda assim, o pessoal tem resistido, valorizando suas produções com características fundamentais de qualidade, acabamentos, durabilidade, origem', conta. De acordo com ela, percebe-se nestes dois países um movimento contrário ao fast fashion. 'Os consumidores já estão querendo roupas que durem mais que uma estação. A indústria pode, e deve, dar conta de reverter a situação se estivermos bem informados, unidos, fortes, qualificados e criativos', finaliza.

Leia abaixo a reportagem na íntegra!

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